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Auditoria Contábil - Aspectos Teóricos e Práticos

Autor: Cleônimo dos Santos - 4ª edição – janeiro / 2017 - ISBN: 978-85-379-2875-2 - 348 páginas

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Auditar um balanço não significa “ticar” contas e verificar documentos. Esse nobre trabalho é muito mais que isso. A auditoria requer profundo conhecimento do profissional tanto de auditoria como de contabilidade. É sabido que a contabilidade vem mudando há algum tempo, tendo em vista a internacionalização das normas contábeis. Como não poderia ser diferente, a auditoria seguiu o mesmo caminho.

Deste modo, o Brasil, com o objetivo de acompanhar as mudanças no campo da auditoria, se comprometeu a adotar as normas internacionais de auditoria. Para tanto, foi criado o Comitê Gestor da Convergência no Brasil. O objetivo é o de contribuir para o desenvolvimento sustentável do Brasil por meio da reforma contábil e de auditoria que resulte numa maior transparência das informações financeiras utilizadas pelo mercado, bem como no aprimoramento das práticas profissionais, levando sempre em conta a convergência da Contabilidade Brasileira aos padrões internacionais.

Deste modo, com a criação desse Comitê em 2007, passou-se a adotar as diversas normas internacionais de auditoria, as quais vêm sendo divulgadas há algum tempo pelo CFC. Diante de fato, nasceu o desejo de ditar um livro que reflita as mudanças ocorridas na área.

A obra é direcionada aos profissionais mais experientes, como também àqueles em início de carreira. Sua utilização pelos profissionais mais experientes tem objetivo servir de material de consulta; aos iniciantes na profissão o objetivo é servir de material de apoio e desenvolvimento em suas tarefas.

O livro é destinado à atualização de auditores, contadores e demais profissionais da área contábil Também é recomendada como texto complementar à disciplina de auditoria contábil.

APRESENTAÇÃO
CAPÍTULO 1 - OBJETIVO, OPINIÃO DO AUDITOR E RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO
1.  INTRODUÇÃO
1.1. Algumas definições
2.  SOBRE A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
2.1. Objetivo
2.2. A opinião do auditor
3.  DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS SUJEITAS À AUDITORIA
4.  RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO
4.1. Elaboração das demonstrações contábeis pela administração/responsáveis pela governança
4.2. Demonstrações contábeis elaboradas em conformidade com uma estrutura de relatórios financeiros
4.2.1. Abrangência da estrutura
4.2.1.1. Conflitos entre a estrutura de relatório financeiro e as fontes de orientação
4.2.2. Forma e conteúdo das demonstrações contábeis
4.2.3. Estrutura de apresentação versus estrutura de conformidade
4.2.4. Conjunto de demonstrações contábeis
5.  AUDITORIA NO SETOR PÚBLICO - CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS
CAPÍTULO 2 - REQUISITOS ÉTICOS RELACIONADOS À AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
1.  INTRODUÇÃO
1.1. Glossário
2.  REQUISITOS ÉTICOS RELACIONADOS À AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
2.1. Trabalho de auditoria de interesse público
2.2. Responsabilidades dos auditores (pessoa física ou jurídica)
2.2.1. Responsabilidades do sócio do trabalho de auditoria
3.  CETICISMO PROFISSIONAL
3.1. Qual é a função do ceticismo?
3.2. Autenticidade dos documentos
3.3. Honestidade e integridade da administração versus ceticismo do auditor
4.  JULGAMENTO PROFISSIONAL
4.1. Algumas características do julgamento profissional
CAPÍTULO 3 - PLANO DE AÇÃO E PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA EM RESPOSTA AOS RISCOS AVALIADOS
I - PLANO DE AÇÃO CONTRA RISCOS AVALIADOS E DISTORÇÕES
1.  ALGUMAS DEFINIÇÕES IMPORTANTES
2.  O QUE INCLUIR NO PLANO DE AÇÃO (RESPOSTAS GERAIS)?
3.  INFLUÊNCIA DO AMBIENTE E CONTROLE ÀS RESPOSTAS GERAIS DO AUDITOR
4.  PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA EM RESPOSTA AOS RISCOS AVALIADOS DE DISTORÇÃO RELEVANTE NO NÍVEL DE AFIRMAÇÕES
4.1. Natureza, época e extensão dos procedimentos adicionais de auditoria
II - CUIDADOS A SEREM TOMADOS AO SE PLANEJAR PROCEDIMENTOS ADICIONAIS DE AUDITORIA
1.  INTRODUÇÃO
2.  NATUREZA DOS PROCEDIMENTOS
3.  ÉPOCA PARA SE EXECUTAR OS TESTES
3.1. Testes que só podem ser executados ao final do período
3.2. Fatores adicionais que influenciam o momento de se aplicar os procedimentos de auditoria
4.  EXTENSÃO DOS PROCEDIMENTOS
4.1. Uso de de auditoria assistida por computador (TAAC)
5.  CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS PARA ENTIDADE DO SETOR PÚBLICO
6.  CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS PARA ENTIDADE DE PEQUENO PORTE
III - TESTES DE CONTROLE
1.  INTRODUÇÃO
2.  PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE CONTROLE
2.1. Exemplos do que deve compor os procedimentos de avaliação de riscos
2.2. Teste de controle executado e teste de detalhes da mesma transação
2.3. Aplicação de testes dos controles relevantes
3.  EVIDÊNCIA DE AUDITORIA E CONFIABILIDADE PRETENDIDA
4.  NATUREZA E EXTENSÃO DOS TESTES DE CONTROLE
4.1. Outros procedimentos de auditoria em conjunto com indagação
4.2. Influência do tipo de procedimento para se obter evidência de auditoria
5.  EXTENSÃO DOS TESTES DE CONTROLE
5.1. Influência na extensão dos testes de controle causada por TI
6.  TESTE DE CONTROLE INDIRETO
7.  ÉPOCA DOS TESTES DE CONTROLE
7.1. Período pretendido de confiança
IV - USO DE EVIDÊNCIA DE AUDITORIA
1.  INTRODUÇÃO
2.  USO DA EVIDÊNCIA DE AUDITORIA OBTIDA DURANTE UM PERÍODO INTERMEDIÁRIO
2.1. Fatores relevantes na determinação das evidências adicionais
3.  USO DA EVIDÊNCIA DE AUDITORIA OBTIDA EM AUDITORIA ANTERIOR
4.  UTILIZAÇÃO DA EVIDÊNCIA DE AUDITORIA ANTERIOR SOBRE A EFETIVIDADE OPERACIONAL
4.1. Mudanças nos controles em relação a auditorias anteriores
4.2. Fatores que reduzem o período para a execução de um novo teste
5.  CONTROLE SOBRE RISCO SIGNIFICATIVO
6.  AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE OPERACIONAL DOS CONTROLES RELEVANTES
V - PROCEDIMENTOS SUBSTANTIVOS
1.  INTRODUÇÃO
1.1.  Definição de procedimentos substantivos
2.  PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DO PROCEDIMENTO SUBSTANTIVO
3.  NATUREZA E EXTENSÃO DOS PROCEDIMENTOS SUBSTANTIVOS
3.1. Importância da natureza do risco e da afirmação para o planejamento dos testes
4.  PROCEDIMENTOS DE CONFIRMAÇÃO EXTERNA VERSUS PROCEDIMENTOS SUBSTANTIVOS
4.1. Outras situações de procedimentos de confirmação externa que podem fornecer evidência de auditoria relevante
4.2. Confirmação externa que fornece evidência de auditoria pouco relevante
4.3. Procedimentos de confirmação externa que fornecem oportunidade para obter evidência de auditoria
VI - APLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS SUBSTANTIVOS NO PROCESSO DE ENCERRAMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
1.  PROCEDIMENTO SUBSTANTIVO RELACIONADO COM O PROCESSO DE ENCERRAMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
2.  PROCEDIMENTO SUBSTANTIVO EM RESPOSTA AOS RISCOS SIGNIFICATIVOS
2.1. Testes de detalhes
3.  ÉPOCA DOS PROCEDIMENTOS SUBSTANTIVOS
3.1. Execução de procedimentos substantivos em data intermediária
3.2. Fatores que podem influenciar a decisão de executar procedimentos substantivos em data intermediária
3.3. Fatores que podem influenciar a decisão de executar procedimentos analíticos substantivos entre a data intermediária e o final do período
4.  DISTORÇÕES DETECTADAS EM DATA INTERMEDIÁRIA
VII - ADEQUAÇÃO DA APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
1.  INTRODUÇÃO
2.  AVALIAÇÃO DA SUFICIÊNCIA E ADEQUAÇÃO DA EVIDÊNCIA DE AUDITORIA
3. EVIDÊNCIA DE AUDITORIA APROPRIADA
4.  SITUAÇÃO PARA A QUAL SE APLICA A OPINIÃO COM RESSALVA
5.  DOCUMENTAÇÃO DE AUDITORIA
CAPÍTULO 4 - CONTROLE INTERNO E RISCOS PARA A AUDITORIA
I - IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO
1.  INTRODUÇÃO
2.  IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO PARA AS EMPRESAS
3.  PROPÓSITO DO CONTROLE INTERNO
4.  LIMITAÇÕES DO CONTROLE INTERNO
5.  DIVISÃO DO CONTROLE INTERNO EM COMPONENTES
6.  ELEMENTOS MANUAIS E AUTOMATIZADOS DO CONTROLE INTERNO
6.1. Benefícios da TI para o controle interno
6.2. Riscos da TI para o controle interno
6.3. Situações para as quais os elementos manuais são mais adequados para os controles internos
6.4. Situações para as quais os elementos manuais são menos adequados para os controles internos
6.5. Controles efetivos versus sistema de informação
7.  CONTROLES RELEVANTES PARA A AUDITORIA
7.1. Controles sobre a integridade e exatidão das informações produzidas
7.2. Controle para salvaguarda de ativos
7.3. Controles não relevantes para a auditoria
II - NATUREZA, EXTENSÃO E COMPONENTES DO CONTROLE INTERNO
1.  INTRODUÇÃO
2.  NATUREZA E EXTENSÃO DO ENTENDIMENTO DE CONTROLES RELEVANTES
3.  PROCEDIEMENTOS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS
3.1. Entendimento dos controles versus automação
3.2. Avaliação da efetividade operacional dos controles
4.  AMBIENTE DE CONTROLE
4.1. Elementos do ambiente de controle
5.  EVIDÊNCIA DE AUDITORIA PARA ELEMENTOS DO AMBIENTE DE CONTROLE
6.  EFEITO DO AMBIENTE DE CONTROLE NA AVALIAÇÃO DE RISCO DE DISTORÇÃO RELEVANTE
6.1. Elementos que podem influenciar na avaliação de riscos
6.2. Importância de um ambiente de controle satisfatório
6.3. Considerações específicas para entidades de pequeno porte
III - PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE RISCOS DO CONTROLE INTERNO
1.  INTRODUÇÃO
2.  PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE RISCOS
3.  ENTENDIMENTO SOBRE O SISTEMA DE INFORMAÇÃO
3.1. Funções do sistema de informações
3.2. Lançamentos contábeis
3.3. Processos de negócio relacionados
3.4. Considerações específicas para entidade de pequeno porte
4.  FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES SOBRE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
4.1. Aspectos gerais que envolvem a comunicação
IV - ATIVIDADES DE CONTROLE INTERNO E RISCOS DECORRENTES DE TI
1.  INTRODUÇÃO
2.  COMPONENTES DO CONTROLE INTERNO
2.1. Exemplos de atividades de controle específicas
2.2. Exemplos de atividades de controle relevantes
3.  COMO JULGAR UMA ATIVIDADE DE CONTROLE RELEVANTE
3.1. Entidade de pequeno porte
4.  ATIVIDADES DE CONTROLE E RISCOS DECORRENTES DE TI
4.1. Riscos decorrentes de TI
4.2. Riscos comuns oriundos da TI
4.3. Controles de aplicativos
V - MONITORAMENTO DOS CONTROLES, ENTENDIMENTO DAS FONTES DE INFORMAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE RISCOS DE DISTORÇÃO RELEVANTES
1.  INTRODUÇÃO
2.  MONITORAMENTO DE CONTROLES
2.1. Ferramentas utilizadas no monitoramento
2.2. Tratamento nas entidades de pequeno porte
3.  POSTURA DO AUDITOR EXTERNO NAS EMPRESAS QUE POSSUEM AUDITORIA INTERNA
3.1. Função da auditoria interna
4.  NECESSIDADE DE ENTENDIMENTO DAS FONTES DE INFORMAÇÕES
5.  IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS DE DISTORÇÃO RELEVANTE
5.1. Avaliação de riscos de distorção no nível das demonstrações contábeis
5.1.1. Origem dos riscos no nível das demonstrações contábeis
5.1.2. Algumas preocupações que podem afligir o auditor em relação aos controles internos
5.2. Avaliação de riscos de distorção relevante no nível da afirmação
5.3. Utilização das afirmações feitas pela auditoria
5.4. Categorias e formas das afirmações
VI - PROCEDIMENTOS BÁSICOS NA IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE RISCOS
1.  INTRODUÇÃO
2.  PROCEDIMENTOS BÁSICOS A SEREM SEGUIDOS PELO AUDITOR NA IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE RISCOS DE DISTORÇÃO
2.1. Processo de identificação de risco de distorção relevante
2.1.1. Exemplos de condições e eventos que podem indicar a existência de riscos de distorção relevante
2.2. Relacionando os controles às afirmações
2.2.1. Níveis de relacionamento entre os controles e as afirmações
3.  RISCO QUE EXIGE CONSIDERAÇÃO ESPECIAL DA AUDITORIA
3.1. Identificação de riscos significativos
3.2. Transações que representam riscos de distorção mais relevantes
3.3. Questões significativas de julgamento que representam riscos de distorção mais relevantes
3.3.1. Controle sobre risco significativo
3.3.2. Procedimento substantivo em resposta aos riscos significativos
3.4. Identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante decorrente de fraude
3.4.1. Riscos de fraude no reconhecimento de receita
3.4.1.1. Variação dos riscos de acordo com o porte da empresa
3.5. Tratamento dos riscos de distorção relevante pelo auditor
3.5.1. Conhecimento, pelo auditor, dos controles que a administração planejou, implementou e mantém para impedir e detectar fraude
VII - ENTENDIMENTO DOS CONTROLES, REVISÃO DA AVALIAÇÃO DE RISCOS E DOCUMENTAÇÃO
1.  INTRODUÇÃO
2.  ENTENDIMENTO, PELO AUDITOR, DE CONTROLES RELACIONADOS A RISCOS SIGNIFICATIVOS
3.  SITUAÇÕES PARA AS QUAIS O AUDITOR JULGA IMPOSSÍVEL A OBTENÇÃO DE EVIDÊNCIAS
3.1. Procedimentos substantivos que não fornecem evidências de auditoria suficientes e apropriadas
3.1.1. Testes de controle
4.  REVISÃO DA AVALIAÇÃO DE RISCO
5.  DOCUMENTAÇÃO
5.1. Forma e extensão da documentação
5.1.1. Empresas com negócios e processos menos complexos
5.1.2. Abrangência da documentação com base na experiência e capacidade dos membros da equipe
VIII - COMPONENTES DO CONTROLE INTERNO
1.  INTRODUÇÃO
2.  AMBIENTE DE CONTROLE
3.  PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE RISCO DA ENTIDADE
3.1. Riscos relevantes
4.  COMPOSIÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO
5.  ATIVIDADE DE CONTROLE
6.  MONITORAMENTO DE CONTROLES
6.1. Papel de auditores internos e funcionários no monitoramento dos controles
6.2. Contribuições externas no monitoramento dos controles
CAPÍTULO 5 - PROCEDIMENTOS DE CONFIRMAÇÃO EXTERNA (“CIRCULARIZAÇÃO”)
I - ASPECTOS INICIAIS
1.  GENERALIZAÇÕES APLICÁVEIS À EVIDÊNCIA DE AUDITORIA
1.1. Normas de auditoria que reconhecem a importância das confirmações externas
1.2. Algumas definições importantes
3.  CONTROLES A SEREM MANTIDOS SOBRE OS PROCEDIMENTOS DE CONFIRMAÇÃO EXTERNA
4.  DETERMINAÇÃO DAS INFORMAÇÕES A SEREM CONFIRMADAS OU SOLICITADAS
5.  SELEÇÃO DO RESPONSÁVEL PELA SELEÇÃO
6.  PLANEJAMENTO DE SOLICITAÇÕES DE CONFIRMAÇÃO
6.1. Vantagens e riscos da confirmação externa positiva
6.2. Teste de validade dos endereços
7.  ACOMPANHAMENTO DE SOLICITAÇÕES DE CONFIRMAÇÃO
II - RECUSA DA ADMINISTRAÇÃO EM RELAÇÃO ÀS SOLICITAÇÕES DE CONFIRMAÇÃO DA AUDITORIA
1.  INTRODUÇÃO
2.  PROCEDIMENTOS DO AUDITOR QUANDO HOUVER RECUSA DA ADMINISTRAÇÃO EM PERMITIR O ENVIO DE SOLICITAÇÕES DE CONFIRMAÇÃO
3.  RAZOABILIDADE DA RECUSA DA ADMINISTRAÇÃO EM PERMITIR A CIRCULARIZAÇÃO
4.  IMPLICAÇÕES PARA A AVALIAÇÃO DE RISCO DE DISTORÇÃO RELEVANTE
4.1. Revisão da avaliação de riscos
5.  RECUSA INCABÍVEL DA ADMINISTRAÇÃO EM NÃO PERMITIR A CIRCULARIZAÇÃO - PROCEDIMENTOS
5.1. Avaliação de fatores de risco de fraude
5.1.1. Eventos ou condições que indiquem um incentivo ou pressão para a fraude
5.1.2. Fatores de risco de fraude relacionados a informações contábeis
5.1.3. Fatores que influenciam na consideração dos fatores de risco
6.  PROCEDIMENTO ALTERNATIVO DE AUDITORIA
7.  COMUNICAÇÃO A SER FEITA AOS RESPONSÁVEIS PELA GOVERNANÇA
III - TRATAMENTO DISPENSADO AOS RESULTADOS DOS PROCEDIMENTOS DE CONFIRMAÇÃO EXTERNA (“CIRCULARIZAÇÃO”)
1.  INTRODUÇÃO
2.  CONFIABILIDADE DAS RESPOSTAS ÀS SOLICITAÇÕES DE CONFIRMAÇÃO
2.1. Respostas recebidas por meios “não convencionais” - Cuidados
2.2. Respostas fornecidas por fonte inapta
2.3. Dúvidas sobre a confiabilidade das informações
2.4. Respostas verbais
2.5. Resposta com linguagem restritiva sobre sua utilização
3.  RESPOSTA NÃO CONFIÁVEL
4.  RESPOSTA NÃO RECEBIDA
IV - SOLICITAÇÃO DE CONFIRMAÇÃO POSITIVA OU NEGATIVA COMO EVIDÊNCIA DE AUDITORIA, EXCEÇÕES E AVALIAÇÃO
1.  INTRODUÇÃO
2.  NECESSIDADE DE UMA RESPOSTA À SOLICITAÇÃO POSITIVA
2.1. Circunstâncias que exigem solicitação de confirmação positiva
3.  CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS COM AS EXCEÇÕES OBSERVADAS NAS RESPOSTAS
4.  CONFIRMAÇÃO NEGATIVA
5.  AVALIAÇÃO DA EVIDÊNCIA OBTIDA
CAPÍTULO 6 - AMOSTRAGEM
1.  INTRODUÇÃO
2.  ALGUMAS DEFINIÇÕES IMPORTANTES
3.  AMOSTRA
3.1. O que deve ser considerado ao se definir uma amostra
3.2. Entendimento sobre desvio ou distorção
3.3. Avaliação da taxa esperada de desvio
3.3.1. Informações adicionais sobre estratificação e seleção com base em valores
3.4. Tamanho da amostra
3.4.1. Exemplos de fatores que influenciam o tamanho da amostra para os testes de controles
3.4.2. Exemplos de fatores que influenciam o tamanho da amostra para os testes de detalhes
3.5. Seleção de itens para amostragem
3.5.1. Métodos de seleção da amostra
4.  EXECUÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA
4.1. Impossibilidade de aplicar procedimentos de auditoria
5.  NATUREZA E CAUSA DE DESVIOS E DISTORÇÕES
6.  PROJEÇÃO DE DISTORÇÕES
7.  AVALIAÇÃO DO RESULTADO DA AMOSTRAGEM EM AUDITORIA
7.1. Resultado da amostra
7.2. Base razoável para conclusões
CAPÍTULO 7 - FRAUDES/ERROS
I - DIFERENÇAS ENTRE FRAUDE E ERRO
1.  INTRODUÇÃO
2.  DIFERENÇAS ENTRE FRAUDE E ERRO
3.  CARACTERÍSTICAS DA FRAUDE
3.1. Motivadores da fraude - Alguns exemplos
3.2. Informação financeira fraudulenta
3.3. Origem de informações contábeis fraudulentas - Alguns exemplos
3.3.1. Técnicas utilizadas para burlar controles - Alguns exemplos
3.4. Apropriação indevida de ativos
4.  RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO NA PREVENÇÃO E DETECÇÃO DE FRAUDE
5.  LIMITES DA RESPONSABILIDADE DO AUDITOR
5.1. Responsabilidade do auditor do setor público
6.  FRAUDE OU ERRO - PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA
7.  FRAUDE COMETIDA PELA ADMINISTRAÇÃO VERSUS FRAUDE COMETIDA POR EMPREGADOS
8.  POSTURA DO AUDITOR
II - PRECAUÇÕES BÁSICAS DO AUDITOR ANTE OS RISCOS DE FRAUDES
1.  INTRODUÇÃO
2.  OBJETIVO DO AUDITOR PERANTE OS RISCOS DE FRAUDE
3.  CETICISMO PROFISSIONAL
4.  REGISTROS E DOCUMENTOS EM PRINCÍPIO SÃO TODOS “LEGÍTIMOS”
4.1. Postura do auditor diante de documentos “suspeitos”
5.  DEFINIÇÃO DOS PONTOS “FRÁGEIS” DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ANÁLISE PELOS MEMBROS DA EQUIPE
5.1. Benefícios proporcionados pela análise dos pontos “frágeis” das demonstrações contábeis
5.2. Outros assuntos que podem ser tratados nas reuniões da equipe de auditoria
III - AVALIAÇÃO DE RISCOS E INDAGAÇÕES A SEREM FEITAS NA DETECÇÃO DE FRAUDES
1.  INTRODUÇÃO
2.  PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE RISCO E ATIVIDADES RELACIONADAS
2.1. Indagações a serem feitas à administração e a outros responsáveis na entidade
2.1.1. Avaliação da administração do risco de distorção relevante decorrente de fraude
2.1.2. Processo de identificação e de resposta pela administração aos riscos de fraude
3.  INDAGAÇÕES A SEREM FEITAS À ADMINISTRAÇÃO
3.1. Outras pessoas que podem ser questionados pelo auditor sobre a existência de fraudes
3.2. Indagações a serem feitas aos auditores internos
4.  INDAGANDO OS RESPONSÁVEIS PELA GOVERNANÇA
4.1. Entendimento claro sobre o papel dos responsáveis pela governança
5.  VARIAÇÃO INESPERADA OU NÃO USUAL IDENTIFICADA
6.  OUTRAS INFORMAÇÕES A SEREM CONSIDERADAS
7.  AVALIAÇÃO DE FATORES DE RISCO DE FRAUDE
7.1. Fatores de risco de fraude - Alguns exemplos
7.2. Classificação dos fatores de risco em “ordem de importância”
7.3. Fatores de risco de fraude
7.3.1. Fatores limitadores de conduta imprópria da administração
7.4. Entidade de pequeno porte
CAPÍTULO 8 - USO DE EVIDÊNCIA DE AUDITORIA
1.  INTRODUÇÃO
2.  USO DA EVIDÊNCIA DE AUDITORIA OBTIDA DURANTE UM PERÍODO INTERMEDIÁRIO
2.1. Fatores relevantes na determinação das evidências
3.  USO DA EVIDÊNCIA DE AUDITORIA OBTIDA EM AUDITORIA ANTERIOR
4.  UTILIZAÇÃO DA EVIDÊNCIA DE AUDITORIA ANTERIOR SOBRE A EFETIVIDADE OPERACIONAL
4.1. Mudanças nos controles em relação a auditorias anteriores
4.2. Fatores que reduzem o período para a execução de um novo teste
5.  CONTROLE SOBRE RISCO SIGNIFICATIVO
6.  AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE OPERACIONAL DOS CONTROLES
CAPÍTULO 9 - REQUISTOS BÁSICOS QUE NORTEIAM A OPINIÃO DO AUDITOR
1.  INTRODUÇÃO
1.1. Algumas definições
2.  SUFICIÊNCIA E ADEQUAÇÃO DA EVIDÊNCIA DE AUDITORIA
2.1. Quantidade necessária de evidências de auditoria
2.2. Qualidade da evidência de auditoria
2.2.1. Evidência de auditoria apropriada e suficiente
3.  RISCO DE AUDITORIA
3.1. Risco de distorção relevante
3.1.1. Risco de nível geral
3.1.2. Risco de nível de afirmação
3.1.2.1. Risco inerente
3.1.2.2. Risco de controle
3.2. Risco de detecção
4.  LIMITAÇÃO INERENTE DA AUDITORIA
4.1. Natureza das informações contábeis
4.2. Natureza dos procedimentos de auditoria
5.  OPORTUNIDADE DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS E O EQUILÍBRIO ENTRE CUSTO E BENEFÍCIO
5.1. Exigências para o planejamento
6.  OUTRAS LIMITAÇÕES INERENTES DE UMA AUDITORIA
6.1. Distorções relevantes não detectadas
CAPÍTULO 10 - RELATÓRIO (PARECER) DE AUDITORIA: FORMA E CONTEÚDO DA “OPINIÃO LIMPA”
1.  INTRODUÇÃO
2.  OBJETIVOS DO AUDITOR
3.  ALGUMAS DEFINIÇÕES
4.  FORMAÇÃO DA OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
4.1. Como proceder para efetuar as avaliações requeridas
4.1.1. Aspectos qualitativos das práticas contábeis da entidade
5.  AVALIAÇÕES A SEREM FEITAS COM BASE NA ESTRUTURA DO RELATÓRIO FINANCEIRO
5.1. Aspectos adicionais obtidos dos relatórios financeiros sobre as demonstrações contábeis
6.  APRESENTAÇÃO ADEQUADA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
6.1. Descrição da estrutura de relatório financeiro aplicável
6.2. Referência a mais de uma estrutura de relatório financeiro
7.  FORMA DA OPINIÃO
8.  DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS QUE NÃO ATINGIREM UMA APRESENTAÇÃO ADEQUADA
8.1. Dispensa de avaliação da apresentação adequada
9.  RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE
9.1. Título
9.2. Destinatário
9.3. Parágrafo introdutório
10.  RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
10.1. Aspectos gerais da responsabilidade da administração
11.  RESPONSABILIDADE DO AUDITOR
11.1. Condução da auditoria
11.2. Especificações que devem constar do relatório
12.  OPINIÃO DO AUDITOR
12.1. Texto da opinião do auditor previsto por lei ou regulamento
12.1.1. Descrição de informações apresentadas nas demonstrações contábeis
12.1.2. Descrição da estrutura de relatório financeiro aplicável e de como ela pode afetar a opinião do auditor
12.2. Identificação de origem da estrutura do relatório quando não se referir ao IFRS
13.  OUTRAS RESPONSABILIDADES RELATIVAS À EMISSÃO DO RELATÓRIO DE AUDITORIA
14.  SEÇÃO SEPARADA SOBRE OUTRAS RESPONSABILIDADES RELATIVAS À EMISSÃO DE RELATÓRIO DE AUDITORIA
15.  ASSINATURA DO AUDITOR
16.  DATA DO RELATÓRIO E ENDEREÇO DO AUDITOR INDEPENDENTE
17.  RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE PREVISTO POR LEI OU REGULAMENTO
17.1. Outras informações sobre o relatório do auditor independente previsto por lei ou regulamento
18.  RELATÓRIO - OBSERVÂNCIA DAS NORMAS BRASILEIRAS DE AUDITORIA E DAS NORMAS DE AUDITORIA DE OUTRA JURISDIÇÃO
18.1. Outras normas sobre o relatório do auditor independente
19.  INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES APRESENTADAS COM AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
20.  EXEMPLOS DE RELATÓRIO DE AUDITORIA DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
20.1. Exemplo 1
20.2. Exemplo 2
20.3. Exemplo 3
CAPÍTULO 11 - OPINIÃO COM RESSALVA, ADVERSA E ABSTENÇÃO DE OPINIÃO - FORMA E CONTEÚDO
I - CONSIDERAÇÕES INICIAIS
1.  SIGNIFICADO DO TERMO “MODIFICAÇÃO DE OPINIÃO”
2.  OS TRÊS TIPOS DE OPINIÃO MODIFICADA E TIPO DE OPINIÃO A SER UTILIZADA
3.  QUANDO SE TORNA NECESSÁRIA A OPINIÃO MODIFICADA?
3.1. Natureza das distorções relevantes
3.1.1. Adequação das políticas contábeis selecionadas
3.1.2. Aplicação de políticas contábeis selecionadas
3.1.3. Adequação das divulgações nas demonstrações contábeis
3.2. Natureza da impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente
3.2.1. Circunstâncias que estão fora do controle da entidade
3.2.2. Circunstâncias relacionadas à natureza ou à época do trabalho do auditor
3.2.3. Impossibilidade de se obter evidência de auditoria apropriada e suficiente
II - CARACTERÍSTICAS DA OPINIÃO “MODIFICADA”
1.  INTRODUÇÃO
1.1.  Efeitos generalizados sobre as demonstrações contábeis
2.  Opinião com ressalva
3.  OPINIÃO ADVERSA
4.  ABSTENÇÃO DE OPINIÃO
5.  LIMITAÇÕES NO TRABALHO DO AUDITOR IMPOSTAS PELA ADMINISTRAÇÃO APÓS ACEITAÇÃO DO TRABALHO - CONSEQUÊNCIAS
5.1. Algumas observações sobre a renúncia do auditor
6.  OUTRAS CONSIDERAÇÕES RELATIVAS À OPINIÃO ADVERSA OU ABSTENÇÃO DE OPINIÃO
6.1. Alguns exemplos
III - FORMA E CONTEÚDO DO RELATÓRIO DE OPINIÃO “MODIFICADA”
1.  INTRODUÇÃO
2.  DISTORÇÃO RELEVANTE RELACIONADA A VALORES ESPECÍFICOS
3.  DISTORÇÃO RELEVANTE RELACIONADA COM AS DIVULGAÇÕES NAS NOTAS EXPLICATIVAS
4.  DISTORÇÃO RELEVANTE RELACIONADA COM A NÃO DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES QUE DEVEM SER DIVULGADAS
4.1. Inviabilidade de divulgação de informação omitida
4.2. Modificação decorrente da impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente
5.  PARÁGRAFO DA OPINIÃO
5.1. Opinião com ressalva
5.2. Opinião adversa
5.3. Abstenção de opinião
6.  OPINIÃO COM RESSALVA OU ADVERSA - TRATAMENTO NO RELATÓRIO
7.  ABSTENÇÃO DE OPINIÃO - TRATAMENTO NO RELATÓRIO
8.  COMUNICAÇÃO COM OS RESPONSÁVEIS PELA GOVERNANÇA
IV - EXEMPLOS DE RELATÓRIOS COM OPINIÃO “MODIFICADA
1.  EXEMPLO 1
2.  EXEMPLO 2
3.  EXEMPLO 3
4.  EXEMPLO 4
5.  EXEMPLO 5
CAPÍTULO 12 - PARÁGRAFOS DE ÊNFASE E PARÁGRAFOS DE OUTROS ASSUNTOS
1.  INTRODUÇÃO
2.  CONCEITOS BÁSICOS
3.  REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA INCLUSÃO DE PARÁGRAFOS DE ÊNFASE NO RELATÓRIO
3.1. Exemplos de circunstâncias que impõem a inclusão de parágrafo de ênfase
3.2. Procedimentos necessários para a inclusão do parágrafo de ênfase
4.  LIMITAÇÕES DO PARÁGRAFO DE ÊNFASE
5.  PARÁGRAFOS DE OUTROS ASSUNTOS NO RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE
5.1. Entendimento pelos usuários sobre a auditoria
5.2. Entendimento pelos usuários da responsabilidade do auditor ou do seu relatório
5.3. Emissão de relatório de auditoria sobre mais de um conjunto de demonstrações contábeis
5.4. Restrição à distribuição ou uso do relatório de auditoria
5.5. Inclusão de parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria
6.  COMUNICAÇÃO COM OS RESPONSÁVEIS PELA GOVERNANÇA
7.  EXEMPLO DE RELATÓRIO DE AUDITORIA QUE INCLUI PARÁGRAFO DE ÊNFASE
CAPÍTULO 13 - REVISÃO EXTERNA DE QUALIDADE PELOS PARES
1.  INTRODUÇÃO
1.1. Objetivo e alcance
2.  ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA DE REVISÃO
3.  PERIODICIDADE DA REVISÃO EXTERNA DA QUALIDADE
3.1. Hipóteses que impõem a submissão do auditor à nova revisão no ano subsequente
4.  ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO CRE
4.1. Composição
4.2. Prerrogativas do CRE
5.  RELATÓRIO DE REVISÃO
5.1. Elaboração de relatório pelo CRE
6.  CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA
6.1. Confidencialidade
6.2. Independência
6.3. Conflito de interesse
6.4. Competência
6.4.1. Situações que impedem o auditor-revisado de atuar como revisor
6.5. Organização do trabalho de revisão
6.5.1. Responsabilidades do líder da equipe
7.  REALIZAÇÃO DA REVISÃO PELOS PARES
7.1. Objetivo
7.2. Procedimentos
7.2.1. Adoção de procedimentos de auditoria pela equipe revisora
7.2.1.1. Quando o auditor-revisado não concordar com a seleção de determinado cliente para revisão - Procedimento
7.2.1.2. Auditores revisados que possuam mais de um escritório
8.  RELATÓRIO DA REVISÃO PELOS PARES
8.1. Conteúdo e prazo
8.2. Tipos de relatório
8.2.  Falhas encontradas nos trabalhos - Hipótese em que não implicam emissão de relatório com ressalvas ou adverso
8.3. Comentários do auditor-revisado
9.  REVISÃO E SEUS PRAZOS
CAPÍTULO 14 - DOCUMENTAÇÃO - IMPORTÂNCIA, FINALIDADE E OBRIGAÇÕES DO AUDITOR - CONSIDERAÇÕES
1.  INTRODUÇÃO
2.  IMPORTÂNCIA DA DOCUMENTAÇÃO DE AUDITORIA
3.  FINALIDADES DA DOCUMENTAÇÃO DE AUDITORIA
4.  FOCO DO AUDITOR
5.  ALGUMAS OBRIGAÇÕES INTRÍNSECAS DO AUDITOR
5.1. Considerações gerais sobre a documentação
5.1.1. Mídia para registro da documentação
5.2. Considerações específicas sobre a documentação (entidades de pequeno porte)
6.  DOCUMENTAÇÃO DE CONFORMIDADE COM AS NORMAS DE AUDITORIA
7.  DOCUMENTAÇÃO DE ASSUNTOS E JULGAMENTOS PROFISSIONAIS SIGNIFICATIVOS
7.1. Situações para as quais é apropriado preparar documentação de auditoria relativa à aplicação do julgamento profissional
CAPÍTULO 15 - EXEMPLOS DE PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA E DE ELABORAÇÃO DE PAPÉIS DE TRABALHO (WP)
I. CLIENTES (REFERÊNCIA “C”)
1. CONCEITOS BÁSICOS
2. EXEMPLO
II. INVESTIMENTOS (REFERÊNCIA “I”)
1. CONCEITOS BÁSICOS
2. EXEMPLO
III. PROVISÃO PARA O IMPOSTO DE RENDA (REFERÊNCIA “P”)
1. ALÍQUOTAS DO IRPJ
2.  DEFINIÇÃO DE LUCRO REAL
3.  IMPOSTO DE RENDA DIFERIDO
4.  PROGRAMA BÁSICO
5.  EXEMPLO


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